segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Um pouco mais...

"Gosto de pensar assim se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Às vezes desejo mal. Sou humana. Sou quase normal. Não ligo se gostarem de mim em partes. Mas desejo que eu me aceite por inteiro. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou uma louca. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem acordar. Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, aceitar é ser feliz."


"A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos... Tudo bem! O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum... É amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos." (Chico Xavier)

Não são textos de autoria minha, mas os adoro profundamente. Falam muito e diretamente.

sábado, 22 de janeiro de 2011

O importante na vida!

E de repente tudo muda, as coisas se confundem, se misturam. Novos sentimentos, pensamentos, novas emoções. As certezas anteriores transformam-se em nada, em pó!. Pergunto-me afinal (e finalmente) o que é o amor? É viver sonhando com uma certa pessoa? Contar os segundos para revê-la? Desejar que o tempo pare quando se está na companhia da mesma? Sentir total proteção ao abraça-la? É não escutar os sinos ao beija-la, mas sentir-se no céu por isso? É perceber que cada momento é único e intenso quando compartilhado com essa tal pessoa, que faz as mãos suarem, a voz ficar trêmula e o coração não decidir se pára ou se foge do peito de tão acelerado?
O amor não é somente isso... é muito mais! É um sentimento inexplicável, incomparável e indescritível. Um sentimento que apenas quem sente ou já sentiu sabe o que é capaz de fazer. Ele transforma, modifica, acrescenta. Essa é a palavra... acrescenta felicidade, sorrisos, abraços, carinhos, palavras, gestos. O amor acrescenta vida à existência humana. O amor é vida! Não basta apenas existir, o importante é viver!

O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. (1º Cor. 13, 4-8)